A CRIANÇA ESTÁ BEM!

janeiro 27, 2012
  • Tenho a responsabilidade de fazer a correção, a criança é parente sim do vereador Douglas Cristino-PSD. Contudo o acontecimento foi em uma creche particular, minha fonte me levou ao erro. Errei em não conferir antes da publicação!

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A CRIANÇA QUE TEVE O DEDO DECEPADO!

janeiro 25, 2012

As informações dão conta que a criança é parente sim do vereador Douglas-PSD, a família da criança mora ali na gustavo benedet.

FOTOS DA ELEIÇÃO DO COMUSA!

janeiro 25, 2012

pelas fotos que recebi ontem, mostrando a eleição do Comusa lá dentro do auditório da prefeitura de Itajaí, mostram outra história, bem diferente da que o ex-presidente que agora chora pitangas pelos cantos dizendo que ainda é o presidente e que não considera mais legal a eleição que o próprio conduziu (orientado por quem?).
nas fotos mostra uma pá de gente em cima do palco, entre votantes e votados, inclusive com o discurso, no final, do presidente eleito Plínio Silveira, e o ex-presidente que não aceita a derrota ao lado, ouvindo tudo.
oras, se estava tudo errado, por que deixou o médico Plínio Silveira ser eleito?
por que não barrou a eleição quando notou seja lá o que notou beeeem depois da eleição?
queria saber quem foi a mosca que soprou no seu ouvido depois dizendo “ooolha, essa eleição tu não poderias perder, meu filho, vai lá e dá um jeito de impugná-la.”
queria mesmo saber.

 

mas, o que sei é que, pelas fotos, mostra um número considerado de pessoas pra eleição de um conselho de Saúde aqui em Itajaí, enquanto sabemos que o conselho de transportes nem existe na cidade faz algum tempo e a prefeitura mal mexe os dedos quanto a isso.
e se o ex-presidente quer impugnar a eleição, que arranje, pelo menos, um motivo decente pra tentar enganar o povo de Itajaí.

por romulo mafra 

 

CRIANÇA TEVE O DEDO DECEPADO EM CRECHE DE ITAJAÍ E JANDIR BELINI MANDA ABAFAR?

janeiro 24, 2012

Recebi a informação que uma criança que estava frequentando a creche Lausimar Laus ali na rua Pernambuco teve o dedo decepado na porta da creche?  Mais como por aqui tudo é abafado pela imprensa cola-branca nada foi falado, nossa missão é trazer os fatos até você que nos acompanha diariamente. E mais a criança é sobrinha do vereador das empreiteiras fajutas Douglas Cristino-PSD, é meus amigos aqui na nossa Sucupira tudo acontece e continua como antes no quartel de Abrantes!

O DONO DA PRAIA

Meus amigos sábado a tarde fui até a praia de Atalaia ali nos molhes, ora para minha surpresa comecei a observar que aquele tal de Ivan virou o dono do pedaço, ele infernizou tanto que fecharam a praia a partir das 23:00h e mais ele fez uma casa no terreno público e mora ali mesmo o chuveiro é ele que comanda como se fosse dele. Enfim o cara é o dono do pedaço!

MORRE MAIS UMA CRIANÇA EM ITAJAÍ POR FALTA DE ATENDIMENTO!

janeiro 23, 2012

Durante a última semana faleceu mais uma criança em nossa cidade por falta de atendimento segundo a família da criança, o caso começou com vômitos da criança que foi levada ao P.A. do são Vicente que segundo o pai da criança foi atendida por um médico que estava de plantão e não era pediatra. Receitou um remédio e mandou a criança embora, quando a criança tomou o tal remédio começou a convulsão de imediato a família se dirigiu ao Hospital pequeno anjo. Ao chegar no Pequeno Anjo a família foi mandada de volta ao P.A. para buscar um tal encaminhamento, ou seja antes de chegar no P.A. a criança faleceu dentro do carro! a criança é sobrinha do Agassi ex-vereador de Itajaí. Ficaram todos calados porque sabem que a culpa é sim do Prefeito Jandir Beline e como eles são Jandir roxo ficaram caladinhos. Imaginem se fosse no governo do Volnei Morastoni que tivesse acontecido? nesse governo tudo é escondido, até agressão de criança na creche!

AÉCIO NEVES: ACUSADO DE DESVIAR R$ 4,3 BILHÕES

janeiro 20, 2012
A Promotoria de Justiça da Saúde entrou com uma ação civil pública por ato deimprobidade administrativa contra o ex-governador de Minas Gerais e senador eleito Aécio Neves e a ex-contadora geral do estado, Maria da Conceição Barros.Na ação é questionado o destino de R$ 3,5 bilhões que teriam sido declarados nalei orçamentária como dinheiro repassado à Companhia de Saneamento de MinasGerais (Copasa) para investimentos em obras de saneamento básico. De acordo com a promotora Joseli Ramos Pontes, o repasse do dinheiro não foi comprovado.

Sob a grave acusação de desvio de R$ 4,3 bilhões do orçamento do Estado de Minas Gerais e que deveriam ser aplicados na saúde pública, a administração Aécio Neves/Antônio Anastasia (PSDB) – respectivamente ex e atual governador mineiro – terá que explicar à Justiça Estadual qual o destino da bilionária quantia que supostamente teria sido investida em saneamento básico pela Copasa entre 2003 a 2009.
Devido à grandeza do rombo e às investigações realizadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) desde 2007, por meio das Promotorias Especializadas de Defesa da Saúde e do Patrimônio Público, o escândalo saiu do silêncio imposto à mídia mineira e recentemente foi divulgado até por um jornal de âmbito nacional.
Se prevalecer na Justiça o conjunto de irregularidades constatadas pelo MPE na Ação Civil Pública que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual sob o número 0904382-53.2010 e a denúncia na ação individual contra os responsáveis pelo rombo contra a saúde pública, tanto o ex-governador Aécio Neves, quanto o candidato tucano Antônio Anastasia, o presidente da Copasa, Ricardo Simões, e a contadora geral do Estado poderão ser condenados por improbidade administrativa.
Dos R$ 4,3 bilhões desviados, R$ 3,3 bilhões constam da ação do MPE, que são recursos supostamente transferidos pelo governo estadual (maior acionista da Copasa) para investimento em saneamento básico, na rubrica saúde, conforme determina a lei, entre 2003 e 2008. Como a Justiça negou a liminar solicitada pela promotoria no ano passado, para que fossem interrompidas as supostas transferências, a sangria no orçamento do Estado não foi estancada.
De acordo com demonstrativos oficiais da Secretaria de Estado da Fazenda, somente em 2009 a Copasa recebeu mais de R$ 1,017 bilhões do governo Aécio/Anastasia para serem aplicados em ações e serviços públicos de saúde para cumprimento da Emenda Constitucional nº 29/2000, à qual os estados e municípios estão submetidos, devendo cumpri-la em suas mínimas determinações, como, por exemplo, a aplicação de 12% do orçamento em saúde pública (a partir de 2004), considerada a sua gratuidade e universalidade. Em 2003 a determinação era que se aplicasse o mínimo de10% da arrecadação.
Da mesma forma que não se sabe o destino dos R$ 3,3 bilhões questionados pelo MPE, também não se sabe onde foi parar esses R$ 1,017 supostamente transferidos para a Copasa em 2009.
O cerco do MPE às prestações de contas do governo estadual iniciou-se em 2007, quando os promotores Josely Ramos Ponte, Eduardo Nepomuceno de Sousa e João Medeiros Silva Neto ficaram alertas com os questionamentos e recomendações apresentadas nos relatórios técnicos da Comissão de Acompanhamento da Execução Orçamentária (CAEO), órgão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), desde a primeira prestação de contas do governo Aécio. Chamou-lhes a atenção, também, o crescimento, ano a ano, a partir de 2003, das transferências de recursos à Copasa para aplicação em saneamento e esgotamento sanitário.
Os promotores Josely Ramos, Eduardo Nepomuceno e João Medeiros querem que a administração do governo de Minas e da Copasa, conduzida na gestão Aécio Neves/Anastasia, devolva ao Fundo Estadual de Saúde os R$ 3,3 bilhões que é objeto da Ação Civil Pública que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual e que segundo eles podem ter sido desviados da saúde pública.
No pedido de liminar na ação, os promotores já antecipavam e solicitavam à Justiça que “seja julgado procedente o pedido, com lastro preferencial na metodologia dos cálculos apresentados pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, para condenar os réus, solidariamente ou não, à devolução de todos os valores transferidos à COPASA do orçamento vinculado às ações e serviços de saúde que não foram utilizados em saneamento básico entre os anos de 2003 e 2008, totalizando R$ 3.387.063.363,00 (três bilhões, trezentos e oitenta e sete milhões, sessenta e três mil e trezentos e sessenta e três reais), a serem depositados no Fundo Estadual de Saúde.”
Como o MPE encurralou o governo e Copasa
Para encurralar o governo do Estado e a Copasa, o MPE se valeu de sua autonomia investigativa e requereu às duas instituições as provas que pudessem revelar como foram aplicados os recursos públicos constantes das prestações de contas do Executivo e nos demonstrativos financeiros da empresa.
O que os promotores constataram foi outra coisa ao analisarem os pareceres das auditorias externas realizadas durante esse período: “Além disto, as empresas que realizaram auditoria externa na COPASA, durante o período de 2002 a 2008, não detectaram nos demonstrativos financeiros da empresa os recursos públicos que deveriam ser destinados a ações e serviços da saúde.”
As discrepâncias contidas nas prestações de contas do Estado levaram os promotores a consultar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), à qual a Copasa deve apresentar seus demonstrativos financeiros e balanços anuais.
Em sua resposta à consulta, a CVM respondeu ao Ministério Público Ofício que “após análise de toda a documentação, não foram encontrados evidências da transferência de recursos da saúde pública para investimentos da COPASA, nos termos da Lei Orçamentária do Estado de Minas Gerais e na respectiva prestação de contas do Estado de Minas Gerais, conforme mencionado na consulta realizada por esta Promotoria de Justiça”.
Na página 26 das 30 que compõem a ação, os promotores afirmam o seguinte sobre a ausência das autoridades convocadas para prestar esclarecimentos sobre o assunto:
“Ressalte-se que a COPASA recusou-se a prestar informações ao Ministério Público sobre os fatos aqui explicitados. Notificado a comparecer na Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, seu Presidente apresentou justificativa na data marcada e não compareceu.A Contadora Geral do Estado também notificada a prestar esclarecimentos, na condição de técnica que assina a Prestação de Contas, também apresentou justificativa pífia e não compareceu na data marcada. Finalmente, a Auditora Geral do Estado, que também assina as Prestações de Contas do Estado, que poderia e até deveria colaborar com a investigação, arvorou-se da condição de servidora com status de Secretário de Estado, por força de dispositivo não aplicável à espécie, contido em lei delegada estadual (sic) e não apresentou qualquer esclarecimento ao Ministério Público.” Fabrício Menezes – Jornalista

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