Archive for outubro \27\UTC 2009

NOVO LÍDER É O ENGOMADINHO

outubro 27, 2009

O novo líder do governo em Itajaí é o vereador engomadinho Clayton Batschauer-PR, depois de entregar o cargo de vice líder ele voltou atrás e aceitou ser líder. Será o que aconteceu?

MORTE DE UMA CRIANÇA NO PA DO JARDIM ESPERANÇA

Uma criança morreu por falta de atendimento no PA do Jardim Esperança e a secretaria de saúde tentou manter em sigilo o fato. Segundo informações a criança tinha um problema cardiopata, dizem que todos no posto sabia do diagnóstico da criança e não deram a devida atenção. A família deverá processar os responsáveis pelo descaso.

A CÂMARA DE ITAJAÍ TÁ SURDA

Enquanto todo mundo fala da situação que envolve um vereador da casa, os excelentes vereadores se fingem que nada aconteçe na casa. Lamentável……

MAIS UM BLOGUEIRO NA CIDADE

Nosso amigo Fernando Alécio é o mais novo Blogueiro da cidade, seja bem-vindo amigo. O endereço é www.fernandoalecio.wordpress.com.

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EDUARDO MOREIRA SERÁ CANDIDATO A GOVERNADOR

outubro 26, 2009

Em entrevista ao Paulo Alceu na noite de ontem na Record, o ex-governador Eduardo Moreira-PMDB deixou claro que não irá abrir mão de ser candidato a governador pelo PMDB. Por diversas vezes ele cobrou lealdade do governador Luis Henrique. Quem conheça Eduardo Moreira sabe que ele não é de blefar, a eleição do ano que vem caminha para termos várias candidaturas.

PP DE SANTA CATARINA DEVERÁ IR MESMO DE ANGELA

O PP de Santa Catarina está mesmo inclinando para a candidatura da Dep. Federal Angela Amim. Resta saber o que fará o ex-governador Esperidião Amim, pois os dois não podem ocupar dois cargos na chapa majoritária. Pode ser que a vaga do Senado sobre mais uma vez para o ex-deputado Hugo Biehl. Sendo assim mudoa o quadro para a escolha dos próximos Senadores de Santa Catarina.

PR JÁ FECHOU COM A SENADORA IDELI SALVATTI

O PR de Santa Catarina já fechou com a Senadora Ideli Salvatti-PT para o governo do Estado e deverá indicar o candidato a vice-governador. A pergunta que fica é como irá se comportar o vereador Cleyton Bastchauer aqui em Itajaí? Será candidato a Deputado?

ÚLTIMAS PESQUISAS

No final de semana saiu mais uma pesquisa para o governo do Estado e para o Senado Federal nas eleições do ano que vem. O quadro continua sem alterações até o momento, acredito que só irá ter mudanças a partir do ano que vem quando o Pavan assumir o governo do estado. O homem é um trator para fazer campanha, e vai ter o ano inteiro para fazer isso.

OBRA DO IFET DE ITAJAÍ ESTÁ ATRASADA

outubro 23, 2009

Meus amigos estive ontem acompanhando a vistroria das obras do IFET de Itajaí, para surpresa geral as obras estão praticamente paradas. Segundo informações a Prefeitura de Itajaí não cumpriu até o momento com a contrapartida do município. Lamentável…..

MAURILIO MORAES PODE SAIR DO PDT

O vereador Maurilio Moraes pode sair do PDT a qualquer momento, segundo os boca de tarrafa ele anda insastifeito com o tratamento que tem recebido do seu Partido. Vamos esperar pra vê……

OSVALDO GERN JOGA PRA GALERA

O vereador Osvaldo Gern-PP que era líder do Governo largou a liderança e anda dando entrevista que é para cuidar da comunidade, pura balela. Até o nego Buth sabe que o motivo foi a entrada do PMDB.

VEJAM O QUE DIZ O LIDER DO PMDB!

outubro 8, 2009

Líder do PMDB na Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) reuniu anteontem em seu apartamento, em Brasília, toda a cúpula nacional do PMDB. Tema: como apressar a formalização da aliança com o PT em torno da candidatura da ministra Dilma Rousseff a presidente da República. Hoje a imprensa noticia a reunião como uma espécie de crise. Uma cobrança do PMDB ao governo. Mas a leitura devia ser exatamente o contrário, segundo o o anfitrião do encontro. Em entrevista ao IG Henrique Eduardo Alves dá o acordo com o PT como praticamente fechado e fala do presidente da Câmara, Michel Temer, como se já fosse o vice da chapa: O PMDB vai cobrar do presidente o fechamento do acordo? – Cobrar? Nada disso. Vamos marcar uma reunião que já estava previamente combinada com o próprio presidente, na qual deveremos apenas explicitar a aliança que já existe. Mas a verdade é que há forças dentro do PMDB contra essa aliança. – É exatamente isto. Tem gente no PMDB , uma minoria, que faz oposição ao governo e não quer o acordo. Por eles, fica tudo solto, para que possam, em seus estados, apoiar o candidato José Serra, do PSDB. É o caso do Jarbas Vasconcelos (PE), por exemplo, do Mão Santa (PI), do Pedro Simon (RS). Mas a reunião mostrou que há uma maioria unificada no partido, em torno do comando da legenda, que já tem todas as condições de levar o PMDB a apoiar formalmente a ministra Dilma. Até porque já levou o partido a apoiar o governo do presidente Lula. Nós não estamos no governo, nós somos governo e vamos apressar a formalização do apoio à candidata do governo até para inibir o avanço dos possíveis aliados dos tucanos dentro do partido. O senhor tem exemplos de possíveis tucanos que podem ser inibidos. – Ora, no meu estado, por exemplo, tem o senador Garibaldi Alves Filho, meu primo e candidato a governador. Ele me disse que gostaria de fechar uma aliança com o DEM, do senador José Agripino Maia (RN). Eu expliquei: “Garibaldi, isso seria um constrangimento muito grande pra mim. Imagina, eu, como um dos principais articuladores da aliança, ter, no meu estado, o PMDB, com você à frente, fechando com a oposição.” E ele aceitou. Teremos apenas de fazer uns ajustes locais. Veja o caso do governador Luiz Henrique, de Santa Catarina, que ligou pedindo para não fecharmos agora a aliança. Ele é um homem de partido, com 40 anos de PMDB. Agora imagina se o deputado Michel Temer, presidente da Câmara e licenciado do comando da legenda, sendo o candidato a vice da ministra Dilma. Como é que o Luiz Henrique irá fazer oposição ao Michel? Ou o caso do deputado Eliseu Padilha (RS), que tem enorme afeição pelo Serra e pelo PSDB. É claro que ele gostaria que o partido fechasse com os tucanos. Até trabalha para isso. Mas ele é politicamente muito, muito ligado a nós. Se a aliança nacional se concretizar, e o Michel for candidato a vice-presidente, não consigo ver o Padilha fazendo-lhe oposição. O ex-governador Orestes Quércia está aí, pedindo publicamente para o PMDB romper com Lula e Dilma. Mas, se formalizarmos a aliança com o PT, como é que o Quércia fará? Vai ficar muito mal ele fazendo campanha contra a candidatura de um peemedebista de São Paulo, como o Temer, a vice-presidente da República. Enfim, esse nosso movimento serve como um paredão contra o oposicionismo, não como uma cobrança. O senhor fala do Michel como se já fosse o vice. – Olha, é claro que não se vai definir esse nome agora. Se o governador Aécio Neves for o candidato pelo PSDB, por exemplo, pode ser necessário um nome de Minas em contraponto, como o do ministro Helio Costa. Há outros também. Enfim, essas coisas, em geral, ficam para o final. Mas digamos que o Temer é hoje o nome natural. E que a cúpula do partido está unificada. Na reunião que tivemos, por exemplo, estavam presentes os senadores Renan Calheiros e José Sarney, comungando das propostas dos deputados. Já não há mais no partido a separação em grupos do Senado e da Câmara, como no passado. E o presidente Lula contribuiu para isso, quando deu uma demonstração muito grande de solidariedade ao PMDB do Senado, assim como, no vôo para Copenhagen, teve uma conversa muito boa com o Michel Temer. Serviu até de motivação para esta reunião na minha casa. Agora marcaremos o encontro formal do PMDB com o PT e o presidente. Vamos dar uma sinalização forte de que a aliança já está fechada. Eu diria que definitiva. Ou seja, o encontro com Lula, daqui a duas semanas, será apenas para a foto. – Eu não diria que é apenas para a foto. Mas é claro que a foto tem um simbolismo muito grande. O PMDB, o Michel, o PT, a ministra Dilma, todos nós juntos ali… Em política, estes gestos têm muito simbolismo.

URUBUZADA PERDE O RUMO

outubro 6, 2009

O Lula vai quebrar a cara em Honduras! Vai correr sangue nas ruas de Tegucigalpa e ele será o culpado! O Lula vai tomar uma surra do Obama em Copenhague! Vai dar Chicago! Agora a popularidade do Lula vai despencar!

Pois é, amigos, foi uma atrás da outra. A urubuzada (nada a ver com a grande torcida do Flamengo, por favor!) jogou contra e perdeu todas, perdeu o rumo. Vocês já repararam? A oposição simplesmente sumiu de cena.

Em 2009, a turma do contra, representada por aqueles célebres 6% que reprovam o governo Lula, começou jogando tudo na crise econômica mundial, que quebraria o Brasil. O Brasil não só não quebrou como saiu da crise mais forte do que entrou.
Já nem me lembro de todas as crises do fim do mundo anunciadas durante o ano, mas tivemos depois a dengue, a crise do Senado, a gripe suína, a história da Lina, a CPI da Petrobrás, o diabo a quatro. E nada do Lula cair nas pesquisas.
A palavra crise não saía das manchetes, e nada. Quando a crise não era aqui, era em Honduras _ por culpa da política externa do governo brasileiro, claro. Agora que as coisas estão se acalmando por lá e tudo indica uma saída negociada com os golpistas devolvendo a Presidência a Manuel Zelaya, a urubuzada já está recolhendo os flaps.
Com a vitória do Rio para sediar a Olimpíada 2016 transmitida ao vivo de Copenhague, não teve jeito de esconder o importante papel do presidente Lula nesta conquista. Os 6% de inconformados e seus bravos representantes na imprensa e no parlamento devem ter entrado em profunda depressão. Por isso, sumiram _ pelo menos, por algum tempo.
Restam apenas alguns blogueiros histéricos e seus comentaristas amestrados blasfemando na janela, vendo as ruas em festa, os bares lotados em dia de semana, a indústria, a bolsa, o emprego e a renda crescendo novamente, a autoestima do brasileiro lá em cima, a vida seguindo alegre seu rumo.
Claro que sempre será possível fazer escândalo com qualquer coisa, como esta crise do Enem, uma história até agora muito mal contada, que vai atrasar a data dos vestibulares. E daí? Fora os candidatos e professores que irão perder alguns dias de férias, qual o drama para o restante dos brasileiros?

PESQUISA PARA SENADOR EM SANTA CATARINA

outubro 5, 2009

Faltando um ano para as eleições, o Instituto Mapa apresentou pesquisa exclusiva para o Grupo RBS sobre as intenções de voto para o Senado em Santa Catarina. É possível identificar uma certa polarização de votos para a Casa e para a Presidência da República em Santa Catarina, caso as eleições ocorressem hoje.O Instituto Mapa ouviu 1.204 eleitores, entre os dias 23 a 27 de setembro de 2009, na pesquisa elaborada com exclusividade para o Grupo RBS. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. Em 2010, os catarinenses deverão escolher dois nomes para o Senado Federal.

 

Na intenção estimulada para o primeiro voto, o governador Luiz Henrique (PMDB) recebe 33,1% dos votos. Ele é seguido pelo o ex-governador Esperidião Amin (PP), com 27,2%.

O deputado federal Claudio Vignatti (PT) é o terceiro mais citado, com 6,6% das intenções. Logo a seguir, aparecem citados o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (DEM), com 4,7%, e o presidente da Assembleia Legislativa, Jorginho Mello (PSDB), com 4,0%. O assessor especial do Ministério dos Esportes, João Ghizoni (PCdoB), tem 1,1%.

Duas avaliações ao Palácio do Planalto

Para a Presidência, foram avaliados dois cenários. No primeiro, a intenção de voto estimulada apresenta o deputado federal Ciro Gomes (PSB) como o mais citado no Estado, com 23,3% do total.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vem a seguir, com 22,8%. Entre as pré-candidatas, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), obteve 14,5% das intenções, a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) 8,3% e a senadora Marina Silva (PV), 6,3%.

No segundo cenário para a Presidência, o candidato do PSDB é o governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Ciro Gomes aparece como o mais citado, com 26,7% do total. A seguir, surge Dilma Rousseff, com 15,5%, Aécio (10,6%), Heloísa Helena (9%) e Marina Silva (6,9%).

A pesquisa avaliou a administração federal. A avaliação positiva do presidente alcança 60% em Santa Catarina. Entre os entrevistados, 16,6% consideram a administração Lula ótima, e 43,4% boa. Outros 25,2% apontaram a gestão do presidente como regular. Entre as avaliações negativas, 4,9% consideraram o desempenho ruim e 7,6%, péssimo.