Ainda sobre a morte do adolescente…

Os alunos saíram da escola e estavam em casa, fim de tarde. Se desentenderam por motivos corriqueiros e se agrediram fisicamente.    O pai de um dos garotos foi separar a briga e empurrou um deles. O menino empurrado bateu com a cabeça na pedra e teve traumatismo craniano (Se chamava Carlos). O pai que empurrou o garoto o atendeu na hora, levando-o ao pronto socorro, entretanto ele chegou morto. A família do “suposto assassino” (foi uma fatalidade) teve q sair dali por que os moradores do bairro queriam bater nele e atear fogo na sua casa. A escola ligou pra secretaria de educação relatando o fato pedindo liberação para o velório e o enterro e a secretaria solicitou que houvesse aula normal, não dispensaria alunos nem professores (nem os colegas de turma), em função da carga horária a ser cumprida, mesmo a escola sugerindo uma reposição. Quem comunicou tal decisão a escola foi Rafael, que trabalha na SE.

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