Apesar de salário de r$ 30 mil, falta médico em Rondônia

O Hospital do Câncer de Barretos, que tem sede no interior de São Paulo, oferece R$ 30 mil mensais a médicos que quiserem trabalhar em sua unidade em Porto Velho, em Rondônia. Só que não encontrou candidatos. O caso é abordado pela revista “ISTOÉ” desta semana. A matéria desagrada entidades médicas – todas contra a importação de médicos estrangeiros. Mas, por outro lado, apresenta argumentos que reforçam o pensamento da turma que defende o programa Mais Hospitais, Mais Médicos, do governo federal, que, segundo a presidente Dilma vai importar “milhares de médicos”.

Na reportagem, escrita pelos jornalistas Paulo Moreira Leite e Izabelle Torres, o administrador do complexo do Hospital do Câncer de Barretos, Henrique Prata, defende a importação de médicos. Ele diz que a falta de profissionais os obriga a atender menos pacientes do que é capaz.

Prata diz que apenas três das seis vagas para a unidade de Porto Velho foram preenchidas. Lá o salário é de R$ 30 mil.

– Mas, mesmo assim, ninguém quer ir (…) Tenho vaga para seis profissionais, mas só três estão trabalhando lá. E tive que levá-los à força, no laço – disse Prata à revista ISTOÉ, publicada no último fim de semana.

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