Archive for maio \28\UTC 2014

Se em Recife está sendo feita essa obra, podemos fazer em SC na entrada da capital

maio 28, 2014

Trecho das obras da Via Mangue. Foto: Rodrigo Lobo/Acervo JC Imagem

Trecho das obras da Via Mangue. Foto: Rodrigo Lobo/Acervo JC Imagem

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Décio Lima será candidato a Senador: garante Vignatti

maio 28, 2014

ENTRE PETISTAS

Empenhado em construir uma candidatura ao governo, o presidente do PT catarinense Cláudio Vignatti, pré-candidato ao governo, visitou o deputado petista Padre Pedro Baldissera, para um almoço com a maioria dos integrantes da bancada, no último dia de sua interinidade, a segunda na atual legislatura. Vignatti garante que o deputado federal Décio Lima será o candidato ao Senado, algo que o parlamentar não confirma. Da esquerda para a direita, Jailson Lima, Padre Pedro, Vignatti, o líder Neodi Saretta, Ana Paula Lima e Vonei Morastoni. Baldissera convidou os petistas a participarem da Mostra do Vinho Catarinense, que acontece hoje, na Assembleia.

roberto azevedo

Greve em SC deixa 35 mil crianças sem escola e suspendem cirurgias!

maio 27, 2014

Duas das maiores cidades de Santa Catarina, Joinville e Blumenau enfrentam uma semana de greves do funcionalismo público, em campanhas idênticas por reajustes salariais. Com isso, mais de 35 mil crianças estão sem escolas, hospitais cancelaram cirurgias e postos de saúde funcionam com atendimento reduzido.

A greve é mais forte em Blumenau (150 km de Florianópolis). Segundo a prefeitura, aderem ao movimento 50% dos 8.300 funcionários. Cerca de 12 mil crianças estão sem creches e 15 mil sem escola básica, na rede municipal de 70 unidades. Os postos de saúde cancelaram o atendimento de 125 pessoas por dia de paralisação, iniciada na última quarta-feira (21).

Em Joinville (180 km da capital), conforme a prefeitura, a paralisação seria de apenas 10% dos 12 mil funcionários. Contudo números do sindicato dos servidores indicam uma adesão de 25%. A greve na cidade começou no dia 20. A Justiça do Trabalho ordenou a volta ao trabalho dos grevistas, mas eles ignoraram a decisão.

A adesão do magistério seria de apenas 600 professores, entre quase 5.000 profissionais. Pais e alunos relataram 15 escolas fechadas com quase 10 mil crianças sem aulas (a rede municipal tem 35 mil),

Na saúde, o Hospital São José enfrenta a situação mais grave. Estão parados servidores dos andares de pós-operatório, o que impede novas cirurgias. Cerca de 90 operações eletivas já foram suspensas.

Nas duas cidades, as negociações estão tensas. Em Blumenau, os servidores realizaram passeatas de protesto, mobilizando cerca de 3.000 pessoas. O Sintraseb (sindicato dos servidores) organiza novo protesto para a tarde desta terça-feira (27). Em Joinville, houve um protesto pacífico ontem (26).

As prefeituras oferecem os mesmos índices de reajuste. O prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) encaminhou à Câmara uma oferta de reajuste de 5,82%, mas o projeto ainda não foi votado, à espera de entendimento entre prefeitura e grevistas. Em Joinville, o prefeito Udo Dohler (PMDB) ofereceu os mesmos 5,82%, mas os grevistas querem 8%. Prefeituras e sindicatos seguem negociando saídas para o impasse.

renan antunes

A guerra suja contra a copa!

maio 25, 2014

Depois de combater políticas de bem-estar, nossos dinossauros escondem números reais e usam fantasia social.

 

Na medida em que dados concretos começam a ser divulgados, começa a ficar claro que a guerra contra a Copa é expressão de um delírio conservador que recebe, acessoriamente, o apoio ruidoso de uma retórica de ultraesquerda – bastante comum em situações políticas como a atual.

 

Alguns números.

 

A sugestão de que os estádios de futebol tiveram reajustes e sobrepreços excessivos não resiste a uma matemática contábil. A inflação acumulada do país, no período, chegou a 40%. A alta média dos estádios ficou em 36%. Num país que convive com metas inflacionárias como política oficial, reajustes desse tipo são parte natural da paisagem dos investimentos públicos e privados.

 

Imaginar que o futebol retirou dinheiro da Educação é um acinte. Em 2007, quando o país foi confirmado como sede da Copa, o orçamento do Ministério da Educação consumia R$ 50,4 bilhões. Em 2014, a conta é de R$ 112,3 bilhões – mais que o dobro, em valores deflacionados.

 

Os gastos totais com a Copa, somando empréstimos públicos, privados, investimentos estaduais e municipais, chegam a R$ 26,7 bilhões.

 

Não é pouco dinheiro, convenhamos. Mas é menos, por exemplo, que metade do patrimônio da família Marinho, dona da TV Globo, segundo a revista Forbes. Em outra conta: num país com PIB de R$ 4,5 trilhões, os R$ 26 bi continuam sendo um bom dinheiro, mas não vamos perder a perspectiva dos números.

 

Agora, algumas ideias.

 

É claro que toda pessoa tem direito de ser contra a realização da Copa no Brasil.

 

Em 2007 levantei críticas neste espaço – como qualquer pessoa, interessada na arqueologia da internet, poderá comprovar.

 

Sete anos depois, essa discussão está fora de lugar. Depois da crise de 2008, a maior do capitalismo mundial em 85 anos, não é possível ignorar o lugar da Copa no estimulo a investimentos realizados no país. Os trabalhos da Copa garantem um acréscimo anual de 0,4% no PIB brasileiro. Também ajudam a criar 3,6 milhões de empregos. Talvez não seja a melhor saída. Nem a mais duradoura. Mas cabe lembrar que, sem alternativas, que jamais foram apresentadas, a pessoa não tem o que comer nem o que vestir, não é mesmo? Do ponto de vista dessas pessoas, a Copa já é uma vitória, ainda que parcial, beneficiando a população mais pobre. Ou desemprego no orçamento dos outros não arde?

 

Além de sugerir medidas de austeridade, que afundaram a Europa, alguém apareceu com ideias mais adequadas, socialmente aceitáveis?

 

A campanha contra a Copa é antiga. Se você fizer a arqueologia de seus críticos, irá encontrar declarações solenes de que o governo brasileiro deveria render-se definitivamente a supostas mediocridades nacionais e devolver a Copa para a FIFA. O argumento, na época, é que nem os estádios ficariam prontos. Sem comentários, não é mesmo?

 

O debate seguinte foi outro. Nossos dinossauros se tornaram sociais – e foi para isso que a aliança com porta-vozes de uma retórica de ultraesquerda se tornou necessária.

 

Repare: a mesma turma que em 2007 – o ano em que o Brasil foi escolhido como país-sede –derrubou a CPMF, aquele imposto semi-invisível que garantia verbas para a saúde pública, resolveu pedir dinheiro para postos de saúde como argumento para combater a Copa.

 

Sem ruborizar, teve a mesma reação diante do programa Mais Médicos.

 

A tecnologia política é conhecida. Depois de negar recursos que poderiam, de forma consistente e duradoura, promover uma mudança real na saúde pública, vamos à rua pedir hospitais padrão-FIFA.

 

Com todo respeito pela população que dá duro na fila dos hospitais públicos – e também pelos que são ludibriados regularmente pelos planos privados – cabe perguntar: quem queremos enganar com isso?

 

Quem está falando de indignação real? Quem joga na hipocrisia total?

 

A resposta virá em outubro. Até lá, o que se quer é enganar o eleitor.

texto: paulo moreira

Quem são os amigos do doleiro preso Alberto Youssef…..

maio 24, 2014

A mídia fez um escarcéu danado para ligar o “doleiro” Alberto Yousseff e suas empresas químicas ao ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mas as relações pecuniárias do doleiro são todas com governos tucanos.

reportagem abaixo, de Conceição Lemes, editora do Viomundo e jornalista que orgulha a blogosfera por sua competência e honestidade, traz os documentos que provam as ligações profundas do governo FHC e os governos tucanos de São Paulo, com a Labogen e a Piroquímica, ambas operadas por homens de Yousseff.

Lemes ressalta que a Labogen nunca chegou a firmar contratos com o ministério da Saúde durante a gestão petista, e no entanto, o caso tem aparecido na mídia apenas de forma a “incriminar” o ex-ministro Alexandre Padilha.

Interessante notar que, a partir do momento em que fica patente que as ligações das empresas do “doleiro” eram todas com estatais controladas pelo PSDB, a mídia esquece o assunto e parte para outras batalhas. O estrago já foi feito. Lançaram-se insinuações sem prova. É hora de virar o disco, falar de Petrobrás, Datafolha e das “regalias” de Dirceu.

Ao post de Conceição Lemes.

*

Contratos das indústrias Labogen com governos tucanos chegam a R$ 164 mi; em São Paulo somam R$ 67 mi

publicado em 8 de maio de 2014 às 21:05

por Conceição Lemes, no Viomundo.

Desde o desencadeamento da operação Lava Jato, em março, as indústrias Medicamentos Labogen e Labogen Química, do doleiro Alberto Youssef, preso na operação, estão na mídia. Ambas foram usadas para lavagem de dinheiro, segundo a denúncia do Ministério Público Federal no (Paraná MPF-PR).

Inicialmente, elas ganharam todos os holofotes, porque o deputado federal paranaense André Vargas (ex-PT, atualmente sem partido), foi flagrado pela Polícia Federal (PF) em troca de mensagens com Youssef. Ele seria suspeito de fazer lobby a favor das organizações Labogen no Ministério da Saúde na gestão de Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo. O ex-ministro nega interferências e está interpelando judicialmente Vargas.

O fato é que:

1) Como a denúncia foi feita pelo MPF-PR, a mídia passou a impressão de que o esquema se restringia ao Paraná, até porque Youssef é de Londrina. Omitiu, assim, que as organizações Labogen estão sediadas em São Paulo.

2) Com base no que se sabe até agora, elas não têm contratos firmados com o Ministério da Saúde, desde o final do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Inclusive, balanço de 2001 da Labogen Química mostra que na época ela recebeu financiamento do Banco do Brasil e da Finep.

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3) Em 1999, na gestão José Serra (PSDB), a Medicamentos Labogen fechou contratos no valor de R$ 30,8 milhões com o Ministério da Saúde, revelou o Tijolaço. Em valores corrigidos até março deste ano somam R$ 97,4 milhões.

4) Youssef é um dos doleiros envolvidos no maior escândalo do Brasil, o do Banco Estado do Paraná ou Banestado, que atinge fortemente a mídia e o governo FHC. Entre 1996 e 2002, mais de US$ 84 bilhões foram retirados indevidamente do Brasil via contas CC5 do Banestado.

Curiosamente, à medida que se descobrem ligações das indústrias Labogen com os tucanos, o noticiário sobre elas vai minguando. E talvez diminuam ainda mais.

Além de contratos com o Ministério da Saúde na gestão Serra, a Medicamentos Labogen vendeu diretamente para a Fundação Remédio Popular (Furp), do governo do Estado de São Paulo, de 1999 a 2005.

A Furp também firmou vários contratos com a Piroquímica Comercial, oficialmente de Pedro Argese Júnior. Só que ele é testa de ferro do doleiro Alberto Youssef, segundo o MPF-PR. Os contratos foram entre 1999 e 2007, consequentemente nos governos Covas, Alckmin e Serra.

Esses dados foram obtidos em levantamentos feitos no Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária (Sigeo) e no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Até agora, pelo que apuramos, os contratos da Furp com a Medicamentos Labogen somam R$ 14 milhões; em valores corrigidos, aproximadamente R$ 28 milhões.

Os com a Piroquímica atingem R$ 20 milhões; em valores corrigidos, cerca de R$ 39 milhões.

Resultado: os contratos das indústrias Labogen e Piroquímica com os governos tucanos de São Paulo chegam a R$ 67 milhões.

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Entretanto, eles não aparecem na denúncia do MPF-PR, que estranhamente só quebrou o sigilo das empresas denunciadas na Operação Lava Jato a partir de 2008.

Explico. No pedido ao MPF-PR ao juiz federal, solicitando o indiciamento da “quadrilha”, os promotores argumentam que em “data não precisada nos autos, mas sendo certo, que desde 2008 até 17 de março de 2014”, as pessoas listadas “integraram uma das organizações criminosas comandadas pelo doleiro Alberto Youssef”.

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Ou seja, O MPF-PR diz que não foi possível identificar o início do esquema. O que é intrigante por várias razões:

1) Youssef é um velho conhecido do MPF-PR, já que operou no esquema de evasão de divisas no caso Banestado.

2)As empresas investigadas de Youssef já existiam antes de 2009. E se elas lavaram dinheiro depois, por que não teriam lavado antes?

3) Se os promotores não sabiam quando começou, por que não se investigou?

4)A denúncia do MPF-PR menciona a MO Consultoria, de São Paulo, criada em 2004. De 2009 a 2013, foram depositados na conta dessa empresaR$ 89,7 milhões.

Segundo o MPF-PR, a integralidade dos valores recebidos por ela é ilícita e correspondia à parte significativa do montante que foi ocultado pelas operações bancárias pulverizadas para outras empresas como sendo do doleiro Youssef. Entre as quais, Labogen Química, Labogen Medicamento e Piroquímica, que, de 6 de janeiro de 2009 a 20 de junho de 2013, foram abastecidas em R$ 21,3 milhões.

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Considerando que o MPF-PR admite que a lavagem de dinheiro do esquema do doleiro Alberto Youssef passava pela MO por que não quebrou o sigilo dessa empresa de 2004 a 2008?

Sem contratos fechados não há corrupção.

Os firmados pelas organizações Labogen com governos tucanos já chegam a R$ 164 milhões: R$ 97,4 milhões (gestão Serra, no Ministério da Saúde) + R$ 67 milhões (Furp, nas administrações Covas, Alckmin e Serra).

Será que a mídia vai investigar esses contratos realmente existentes ou se calará como fez com o propinoduto tucano? Só o tempo dirá.

Assim como no caso do trensalão, mídia também se cala sobre ligações de doleiro com PSDB.

 fonte: viomundo

Movimento sindical Brasileiro está vivendo um novo momento!

maio 24, 2014

Nem sabotagem política, nem oportunismo. A greve dos motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo, que fechou 16 das 29 garagens de ônibus do sistema de transporte público e causou graves problemas de deslocamento em diversas regiões da cidade esta semana, é fruto de uma conjunção de fatores, como a proximidade da Copa do Mundo, evento que permite aos sindicatos e movimentos sociais conquistar exposição nacional e internacional para suas bandeiras, e as consequências da crise econômica mundial de 2008/2009, que só agora começam a afetar o Brasil, apontam cientistas políticos ouvidos pela Rede Brasil Atual.

De acordo com os professores Antonio Carlos Mazzeo, pós-doutorado em ciências sociais da Unesp, e Ricardo Antunes, doutor pela Unicamp e especialista em sindicalismo, podem significar uma nova etapa para o movimento sindical brasileiro: o acúmulo de organização horizontal dessas categorias coloca em risco os sindicatos acostumados a não dialogar com as bases, e inspiram novas categorias a “virar a mesa” nos próximos anos.

“Uma greve emblemática foi a dos garis no Rio de Janeiro. Em alguns elementos, ela é parecida com a greve dos ônibus em São Paulo. A denúncia dos motoristas e cobradores é que um acordo foi aprovado em uma assembleia manipulada. Então, se o sindicato atropelou a categoria, a categoria atropelou o sindicato”, afirma Mazzeo.

Em março deste ano, no primeiro dia de Carnaval, os garis fluminenses deram início a uma paralisação de 20 dias à revelia do sindicato da categoria, acusado de amarrar acordos salariais com a prefeitura sem consulta às bases. O movimento foi bem-sucedido e inspirou diversas paralisações de servidores públicos pelo país desde então.

“E não é só de agora. Temos visto paralisações importantes nos últimos dois anos. A greve dos bombeiros do Rio de Janeiro, por exemplo, que teve grande apoio popular em 2012 e foi vitoriosa, faz parte desse movimento. Mas o momento atual é mais tenso e intenso, porque a Copa do Mundo está a três semanas”, pondera Antunes.

“Para usar uma analogia de futebol: quando o outro lado recua, você não deixa de jogar porque é ‘injusto’. Quando o outro lado recua, você parte pra cima. A classe dominante nunca recuou de uma oportunidade de retirar direitos dos trabalhadores, então por que os trabalhadores o fariam? Grande parte das categorias percebeu que este é um ótimo momento para reivindicar. Se os dirigentes sindicais não perceberem isso, estão distantes das bases”, completa Antunes.

Os professores apontam a questão em torno de “representantes e representados” como um dos temas centrais das manifestações de trabalhadores em andamento no país, que incluem categorias como policiais civis em diversos estados, policiais rodoviários federais e policiais federais; aeroviários; motoristas de ônibus no Rio de Janeiro e de São Paulo; professores municipais de São Paulo; professores universitários estaduais de São Paulo; entre outras categorias.

As greves sem a liderança do sindicato, no entanto, abrem espaço para a ação de grupos obscuros: em São Paulo, cerca de 80 ônibus foram queimados por pessoas que pertencem ou se infiltraram no movimento de motoristas e cobradores, e o secretário de Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, afirmou que ônibus foram impedidos de circular por indivíduos armados. A Polícia Militar investiga a ação de criminosos no movimento.

Ainda entre os temas prioritários das paralisações de trabalhadores, segundo Mazzeo, está a política econômica brasileira diante de um cenário em que as consequências da crise econômica mundial continuarão interferindo na qualidade de vida da população com diferentes graus de intensidade.

“No quadro atual, a tendência é que a crise econômica mundial continue. O prognóstico europeu é sombrio, com previsões de até mais 20 anos a partir de agora para recuperar a economia. Na minha opinião, é capaz que não saiamos da crise, pelo menos se a economia global continuar nos moldes em que está estruturada hoje. A tendência, nesse caso, é o aumento da ação dos movimentos sociais no mundo inteiro, não apenas no Brasil. Há uma ofensiva muito grande contra o Estado de bem estar social e os direitos dos trabalhadores no mundo inteiro”, avalia.

fonte: rbb