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Deputado mais rico do País é ladrão e caloteiro do PSDB

dezembro 20, 2014

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Dez vezes o patrimônio Segundo o MP, dívidas de Alfredo Kaefer
com credores e instituições financeiras ultrapassariam a casa do bilhão

O deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) é o mais rico dentre os parlamentares recém-eleitos para a Câmara. Segundo sua declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral, ele tem R$ 108,5 milhões em patrimônio e grande parte desses recursos provém do aglomerado de empresas em seu nome, que inclui seguradora, frigorífico e jornais. Longe dos números frios declarados pelo próprio parlamentar, sua fortuna é controversa. O deputado é alvo de três inquéritos e uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), dois deles em fase avançada, graças às investigações já realizadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Paraná. A suspeita mais recorrente nas investigações é a de que o deputado milionário tenha enriquecido graças a calotes aplicados nos seus credores e a uma série de manobras no patrimônio familiar para salvar seus bens de execuções. Segundo o Ministério Público Federal, a soma das dívidas de Kaefer com credores e instituições financeiras passa de R$ 1 bilhão, se somados os juros e as multas. É dez vezes o patrimônio que ele declara possuir.

O mais delicado dos processos é o inquérito 3678/2013, relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello. Composto de diligências policiais e depoimentos de testemunhas, o caso caminha rapidamente. No dia 13 de agosto, o deputado foi chamado a depor sobre o pedido de recuperação judicial das empresas de um dos seus grupos, o Diplomata, mas não compareceu. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, há indícios de que a falência foi fictícia e serviu apenas para não pagar a credores do grupo, pois a mesma empresa fez doações para a campanha política do deputado e ainda transferiu mais de R$ 27 milhões para sua conta pessoal. Dias antes do pedido de recuperação, Kaefer se retirou da sociedade, deixando sua mulher na administração. Para o MP, foi uma tentativa de evitar que seu patrimônio fosse considerado parte do processo. “Tudo leva a crer que a retirada de Alfredo Stoffels Kaefer das sociedades foi um ata meramente formal, cujo fim era ludibriar credores e permitir operações e manobras”, concluiu Janot.

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Em setembro, Kaefer se tornou réu no STF por fraude do sistema financeiro. A ação penal aberta contra ele apura crimes de gestão fraudulenta, empréstimo dissimulado e fornecimento de informação falsa ao Banco Central quando era presidente do conselho de gestão da empresa Sul Financeira S/A. O parlamentar nega todas as acusações e chegou a criticar o juiz do Paraná que decretou a intervenção em suas empresas.

Foto: George Gianni/PSDB

O silêncio do Senador Luiz Henrique e Pinho Moreira e de todo PMDB!

dezembro 6, 2014

Uma nova e impactante denúncia do Ministério Público Estadual, envolvendo prática de corrupção no serviço público, agita os meios políticos de Santa Catarina neste conturbado fim de ano. A decisão do desembargador Ernani Guetten de Almeida de decretar a prisão preventiva do prefeito de Lages, Elizeu Mattos-PMDB, causou perplexidade na região serrana e nos meios políticos da Capital. Apenas no Centro Administrativo não houve maiores reações. Já eram fortes as notícias de que a situação do prefeito na Operação Águas Limpas agrava-se terrivelmente.
A repercussão foi tão grande que ninguém se manifestou sobre a ocorrência no primeiro dia. Ao contrário, todas as lideranças silenciaram. O próprio governador Raimundo Colombo evitou qualquer comentário, ainda que o fato grave ocorra em sua terra natal e envolva um aliado político.
Nas últimas semanas, sempre que ouvido sobre as indicações de que seria denunciado no Tribunal de Justiça, Elizeu Mattos-PMDB reagiu com uma certa indiferença. Reiterou várias vezes que “estava tranquilo”. E ele, mais do que ninguém, sabia exatamente do envolvimento com o motorista e assessor Antônio Simas, preso em flagrante no Parque Conta Dinheiro com 165 mil reais liberados pela Viaplan, de Curitiba. Dinheiro de propina rotineira de 10% do valor do contrato com a Prefeitura, pagos pela empresa paranaense, segundo a denúncia.
Os desdobramentos deste novo escândalo são imprevisíveis. Os advogados Ruy Espíndola e Rodrigo Valgas, contratados por Elizeu Mattos-PMDB, vão examinar o teor da denúncia neste fim de semana. Como segunda-feira é Dia da Justiça, o recurso que pretendem apresentar só deverá ser julgado pela Câmara de Direito Criminal do Tribunal na terça-feira.

 

fonte: DC

Leonel Pavan é denunciado por tráfico…..

dezembro 4, 2014

O Tribunal de Justiça (TJ) de Santa Catarina acatou a denúncia de corrupção ativa e passiva e tráfico de influência contra o ex-governador do Estado Leonel Pavan (PSDB). A decisão da 2ª Câmara Criminal do TJ foi unânime e engloba, além do líder tucano, outras seis pessoas – quatro servidores estaduais e dois empresários – envolvidas na “Operação Transparência”, realizada pela Polícia Federal em 2009.

Nas investigações, Pavan foi acusado de buscar vantagens para a empresa Arrows Petróleo do Brasil. O grupo conseguiu manter o cadastro junto à Secretaria da Fazenda, mesmo possuindo dívidas que ultrapassavam os R$ 13 milhões.

Na decisão do TJ, o desembargador Volnei Celso Tomazini anotou que existem “indícios” que justificam a ação contra o ex-governador. A denúncia chegou a ser rejeitada e só foi acatada depois que o Ministério Público recorreu.

Fonte: fábio escandiuzzi