Archive for julho \16\UTC 2015

O Prefeito e sua cria

julho 16, 2015

Uma questão que tem sido tratada com luvas de pelica pela nossa imprensa, e, claro, provavelmente não será tratada por ninguém, é, QUAL A REAL CULPA do prefeito Jandir Bellini em sua criação, o agora morador provisório da Penitenciária da Canhanduba, vereador Zé Bellini, como o mesmo se autodenomina no seu perfil na página da Câmara de Vereadores (na foto de menos de dez dias atrás, Jandir e Zé visitando o colunista JC, do Diarinho).

Como todos que estão dentro da política itajaiense sabem, o Zé era “Bellini” antes de ser “da Codetran”, “das Multas” e, por último, “Zé Ferreira”, como se apresentou candidato, eleito pelo povo itajaiense pra ser um fiscalizador e legislador. E é nisto que quero apontar, o fato de ele ser por tanto tempo o “homem forte” do próprio prefeito! Até onde essa influência foi catalisadora do que está acontecendo (sem pré-julgamentos, porém, o caos causado pela prisão do vereador governista e do partido do prefeito é visível e de pleno conhecimento já de praticamente toda a cidade), até onde ele ser quem foi, o braço direito de Jandir, o assessor durante sua estadia na Assembleia, o cabo eleitoral na eleição de 2008, acabou nisso tudo, em influências fortíssimas apontadas pela Polícia Civil mesmo sem ele estar dentro da prefeitura?

“Tornou-se assessor do mesmo e passou a ser chamado carinhosamente pelos amigos de Zé Menon. Nesta época, conheceu o então prefeito Jandir Bellini. A amizade e o excelente trabalho levaram os amigos a chamá-lo de Zé Bellini. Enquanto Bellini foi deputado estadual, Zé Ferreira foi seu assessor e em 2009, quando reassumiu a Prefeitura, Zé foi convidado a comandar a Coordenadoria de Trânsito de Itajaí (Codetran).”

Palavras do próprio. Ou seja, um assessor que era tão próximo ao prefeito que recebeu o seu sobrenome como alcunha, e o usava livremente, tanto que foi ganhando mais e mais influência dentro do governo, até assumir a Codetran, de onde provém a investigação que o levou à prisão. Claro que os alegados R$ 95 mil reais pegos com ele não podem e nem devem ser usados neste momento como quaisquer provas contra o mesmo. Ainda mais quando o vereador estava com os seus bens apreendidos pela Justiça desde o ano passado, por causa da investigação das “semáforos milionários”, que, inclusive, deixou também os bens indisponíveis do falecido vereador Carlos Eli, que era o secretário de Segurança à época, e os descendentes de Eli ainda não conseguiram dividir a herança do vereador.

Um outro fato que chama a atenção é a entrevista da atual secretária de Segurança, irmã do prefeito. Ela diz não ter ideia que o Zé Bellini tinha influência dentro da sua secretaria. Porém, isso não me parece algo tão factível. No mínimo, algumas pessoas tinham de saber do que estava acontecendo, se é que estava, é claro, pois as investigações continuam e ninguém foi condenado ainda.

E mais, o Zé teve uma influência forte também na Volvo Ocean Race, quando ela era tocada por um dos mais influentes homens do governo Bellini, aquele que não pode ser nominado pois mete processo em qualquer um que lembra de seu nome. Isso tudo, somado, dá um bom caldo nisto que está culminando agora. A cria política do prefeito Jandir Bellini, que, depois de algum tempo, é pego com a boca na botija, e, a imprensa local, faz boca-de-siri quanto ao seu criador.

Criador e criatura, agora, parecem nem se conhecerem.

E o prefeito, não duvido, sairá como um traído pela sua criação, daqui a pouco.

Porém, sabemos, tudo seria diferente, o tratamento seria diferente, se fossem um vereador e um prefeito do PT, por exemplo. Sabemos que em Itajaí, boa parte da imprensa é sim vendida e paga com dinheiro público, e acha que isto é normal, receber verba pública legalizada e transformar isso em “blindagem” ao governo e seus aliados.

Foto retirada daqui: http://www.diarinho.com.br/materias.cfm?caderno=25&materia=102244

texto e fotos: Rômulo Mafra

Ofensiva da direita tem caráter mundial e é financiada pelo Pentágono!

julho 13, 2015

 

A ofensiva conservadora atualmente em curso no Brasil faz parte de um processo mundial de rearticulação da direita e representa um perigo real para a democracia e os direitos. No caso brasileiro, essa rearticulação conservadora também é uma reação das classes dominantes que não se conformam com a centralidade que a agenda social adquiriu nos últimos anos e com a ascensão social de cerca de 40 milhões de pessoas.

Um dos principais expoentes dessa ofensiva, o deputado Eduardo Cunha (Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB – Rio de Janeiro) é um bandido político que não respeita a Constituição e tem como objetivo, no final de seu mandato, propor a instauração do parlamentarismo e virar primeiro-ministro. A avaliação é do teólogo e escritor Leonardo Boff, que esteve em Porto Alegre neste sábado, para ministrar uma aula pública sobre direitos humanos.

Intitulada “Expressões sobre Direitos Humanos: Mais Amor, Mais Democracia”, a aula pública reuniu centenas de pessoas no Parque da Redenção, na tarde fria de sábado. Após a aula, Leonardo Boff conversou com o Sul21, no Hotel Everest, sobre a atual conjuntura política do país e defendeu que, diante da ofensiva conservadora no curso, é preciso travar, em primeiro lugar, uma batalha ideológica sobre que tipo de Brasil queremos: “um Brasil como um agregado subalterno de um projeto imperial, ou um Brasil que tem condições de ter um projeto nacional sustentável próprio. Temos um grande embate a travar em torno dessa ideia. Acho que esse será também o tema central das próximas eleições”, diz Boff.

A seguir, um resumo dos principais momentos da conversa de Leonardo Boff com o Sul21:

Ofensiva conservadora em nível mundial

“Vejo esse quadro com preocupação, pois é um quadro sistêmico. Ocorre também nos Estados Unidos, na Europa, em toda a América Latina. Acabo de vir de um congresso que contou com a presença de representantes das esquerdas de toda a América Latina e todos foram unânimes em dizer que essa etapa das democracias novas, de cunho popular e republicano, que surgiram depois das ditaduras, estão recebendo os impactos dessa ofensiva da direita, organizada e financiada também a partir do Pentágono. Essa direita está se organizando em nível mundial. Isso é perigoso. A história já mostrou que, depois que a direita se organiza, surgem fenômenos de caráter fascista e nazista, surgem regimes autoritários que buscam impor ordem e disciplina”.

“Eu não tenho muito medo no caso do Brasil. Acho que aqui nós conseguimos uma ampla base social de movimentos organizados e um núcleo de pensamento analítico político que resiste vigorosamente, mas enfrenta a resistência da grande mídia que, de forma sistemática sustenta teses conservadoras e reacionárias, em consonância com a estratégia traçada pelo Pentágono em nível mundial. O objetivo central dessa estratégia é: um mundo, um império. Todos têm que se alinhar aos ditames desse império, que não tolera a existência de alguma força capaz de enfrentá-lo. O grande medo dos Estados Unidos é com a China, que está cercada por três grandes porta-aviões, cada um deles com um poder de fogo equivalente ao utilizado em toda a Segunda Guerra Mundial, com ogivas nucleares e submarinos atômicos de apoio, entre outras coisas. Isso nos mete medo, pois pode levar a um enfrentamento, senão global, de guerras regionais, com grande potencial de devastação”.

“No que nos diz respeito mais direito mais diretamente o grande problema é que os Estados Unidos não toleram a existência de uma grande nação no Atlântico Sul, com soberania e um projeto autônomo de desenvolvimento, que às vezes pode ser conflitivo com os interesses de Washington. O Brasil está mantendo essa atitude soberana e isso causa preocupação a eles, pois a economia futura será baseada naqueles países que têm abundância de bens e serviços naturais, como água, sementes, produção de alimentos, energias renováveis. Neste contexto, o Brasil aparece como uma potência primordial, pois tem uma grande riqueza desses bens e serviços essenciais para toda a humanidade”.

A agenda conservadora no Congresso Nacional

“De modo geral, a sociedade brasileira é conservadora, mas nos últimos anos, especialmente com a resistência à ditadura militar e com o retorno à democracia, se criou um sentido de democracia participativa e republicana, onde o social ganha centralidade e não simplesmente o Estado e o desenvolvimento material e econômico. Incluir aqueles que estiveram sempre excluídos passou a ser um tema central. Isso foi um elemento de progresso e avanço que assustou as classes privilegiadas que perceberam que esses 40 milhões de pessoas estão ocupando um espaço que era exclusivo deles e começam a ameaçar seus privilégios. Os representantes dessas classes não querem que o Estado se defina por políticas sociais, mas sim pelas políticas que, historicamente, sempre beneficiaram as classes dominantes.

Eles conseguiram uma articulação com grandes empresas, com grupos do agronegócio e outros setores para construir uma representação parlamentar. O que vemos hoje é que os sindicatos praticamente não estão representados, os indígenas e negros não estão, o pensamento de esquerda não está. O que temos, na maioria dos casos, são deputados medíocres que representam interesses de grandes corporações nacionais e internacionais, que tem pouca ou nenhuma ligação com um projeto de nação”.

“Diante desse quadro, nós precisamos, em primeiro lugar, travar uma batalha ideológica e debater que tipo de Brasil nós queremos, um Brasil como um agregado subalterno de um projeto imperial, ou um Brasil que tem condições de ter um projeto nacional sustentável próprio. Temos um grande embate a travar em torno dessa ideia. Acho que esse será também o tema central das próximas eleições. O povo não quer perder aquilo que conquistou de benefícios sociais nestes últimos doze anos e quer ampliá-los. Essas conquistas são de Estado, não são mais de governos. Esse embate será muito difícil, mas acho que há um equilíbrio de forças que vai permitir, pelo menos, governos de centro-esquerda, não totalmente de esquerda, pois creio que não há condições para isso hoje”.

Sobre Eduardo Cunha, presidente da Câmara

“Em primeiro lugar, acho que é um bandido político. Sempre foi conhecido assim no Rio. Um jornalista do Globo fala dele como “a coisa má”. É um homem extremamente sedutor, não respeita lei nenhuma, tem dezenas de processos de corrupção contra ele, mas consegue manipular de tal maneira os poderes que sempre consegue prolongar sua vida. É alguém que não tem nenhum respeito à Constituição e atropela normas do Congresso como bem entende. Creio que a pretensão dele, no final dessa legislatura, é propor o parlamentarismo para ele ser o primeiro ministro, já que não poderá ser presidente pela via eleitoral. É uma pessoa extremamente ambiciosa, manipuladora, inescrupulosa, sem qualquer sentido ético e um fundamentalista religioso conservador e de direita”.

O crescimento do fundamentalismo religioso

“Acho que essas bancadas evangélicas fundamentalistas que se espalham pelo país são formações em si legítimas, uma vez que são eleitas, mas ilegítimas na medida em que não se inscrevem dentro do quadro democrático. Querem impor a sua visão sobre a família, a ética individual e pública para toda a sociedade brasileira. O correto seria eles terem o direito de apresentar a própria opinião para ser debatida e confrontada com outras opiniões, respeitando as decisões coletivas. Mas eles querem impor a opinião deles como a única verdadeira e difamar e combater pelos púlpitos qualquer outra alternativa. Acho que devemos atacá-los pelo lado da Constituição e da democracia e enquadrá-los dentro da democracia, pois são pessoas autoritárias e destruidoras de qualquer tipo de consenso que nasce do diálogo”.

Sobre o governo Dilma

“Acho que a campanha da Dilma foi mal conduzida. Tudo aquilo que ela combatia, que seriam medidas neoliberais, a primeira coisa que fez, sem discutir com o povo brasileiro, com os sindicatos e sua base de apoio, foi aplicá-las diretamente. Neste sentido, ela decepcionou a todos nós que apoiamos a sua candidatura e o povo é suficientemente inteligente para perceber que houve um engodo. Por outro lado, cabe reconhecer que há uma crise que não é só brasileira, mas mundial, que afeta gravemente países como Grécia, Itália, Portugal e Espanha, com níveis de desemprego e de dissolução social muito mais graves do que os nossos”.

“Então, estamos diante de um problema sistêmico, não só brasileiro, mas aqui ele ganhou conotações muito específicas porque o PT tinha um projeto progressista de centro-esquerda, de apoio aos movimentos sociais, comprometido a não tocar em direitos dos trabalhadores e pensionistas. E o governo acabou tomando medidas que considero injustas, pois colocou a carga principal da crise sobre os ombros os trabalhadores e pensionistas, e não em cima dos grandes capitais, das grandes heranças e do sistema financeiro dos bancos. Estes setores foram poupadas e isso eu acho uma injustiça e uma indignidade”.

“Então, o povo, com justiça, fica desolado. A gente sabe que a Dilma é ética e não cometeu malfeitos, mas tomou medidas na direção contrária do que pregava. Então é uma contradição visível que não requer muita análise para mostrar. Ela dizia que nem que a vaca tussa iria mexer em direitos, e a primeira coisa que fez foi mexer no seguro desemprego e nas pensões. Houve uma quebra da confiança e, em política, o que conta de verdade é a confiança. Agora, se ela tiver algum sucesso e conseguir não penalizar o país demasiadamente em termos de desemprego e retrocesso no processo produtivo, ela poderá voltar a ganhar confiança, mas é uma conquista muito difícil.”

 

leonardo boff

Quem fala do isolamento do PT em Santa Catarina age de má fé!

julho 13, 2015

Na coluna do final de semana uma nota me chamou atenção, a que se refere ao isolamento do Partido dos Trabalhadores na última eleição. Quero aqui lembrar aos desinformados que em 2002 onde o Partido dos Trabalhadores obteve o seu melhor desempenho no estado a chapa era José Fritsch governador, Nemetz vice, Ideli Salvatti e Milton Mendes para o senado todos do PT.

É fato que na última eleição não faltou esforços da atual direção para compor uma aliança robusta para disputar o governo do estado, e isso só não aconteceu pelo comportamento de alguns partidos que sempre foram nossos aliados. Quero lembrar ainda que em alguns estados onde o Partido dos Trabalhadores conseguiu formar uma boa política de alianças o desempenho nas urnas foi idêntico ou menor que o resultado em Santa Catarina. Ex: Paraná que teve ampla política de alianças, uma Senadora e ex-ministra candidata com Dilma e Lula no palanque o resultado foi idêntico, inclusive com redução da bancada. `Pernambuco onde o partido lá apoiou o PTB, com estrutura de campanha ampla aliança e tudo mais, se quer elegeram um deputado federal. Rio de Janeiro onde o partido fez parte do governo do PMDB por 07 anos e tinha política de aliança o resultado das urnas foi um menor percentual que os números de Santa Catarina.

Portanto, a redução da bancada do PT em Santa Catarina não é e não foi fruto da politica de alianças, é fruto das praticas dos mandatários do PT que a cada dia se distância do povo; deixo aqui dois questionamentos. Quantas reuniões de prestação de contas do mandato os deputados e deputadas do PT fizeram nas suas cidades e nas suas comunidades durante os 04 anos de mandato? quantas vezes estiveram presentes nas reuniões do Partido em suas cidades?
A Presidenta Dilma só teve seu número divulgado em Santa Catarina porque o Vignatti foi candidato a governador, onde seria mais comodo pra ele ter aceitado a candidatura de Senador na chapa do Colombo-PSD que se quer o PT foi convidado pelo governador a fazer parte da chapa, o que se ouvia era apenas o interesse do ex-senador LHS. É fato que nunca houve convite, e se houvesse o convite e o Vignatti aceitasse os mesmos que hoje falam de isolamento falariam que o Vignatti disputou a presidência do Partido dos Trabalhadores para depois entregar o partido para os interesses do Colombo-PSD.
O Partido dos Trabalhadores precisa é retomar suas praticas de solidariedade e humanismo as quais se distanciou: os Prefeitos, Governadores, Deputados, Vereadores e presidentes de sindicatos precisam falar e fazer diferente. Precisam combater a corrupção diariamente, precisam fazer uma comunicação eficiente, investir em um novo modelo de educação no País, defender a reforma tributária e travar o debate sobre o caos da segurança pública!
enviado ao blog do Moacir Pereira

Surge uma nova São Paulo

julho 8, 2015

Durante os anos 70 e 80 o centro da cidade de São Paulo foi tomada por carros , prédios verticais e o comércio, durante estes últimos anos ficou praticamente intransitável. O Prefeito Haddad começou a construir uma nova relação com a cidade e principalmente com o centro, começou a enfrentar os guetos da cracolândia e implementar ciclovias dando uma nova dinâmica na relação com a cidade. Hoje centenas de pessoas já se encontram nas praças aos finais de semana, para aproveitarem os espaços abertos e principalmente para pedalar, andar de patins, skate etc… a ciclovia da Paulista vai ser um marco da nova São Paulo.

As ciclovias vão acabar com os engarrafamentos em São Paulo? claro que não. Mais a cidade passará e vai aprender a conviver com mais um modal de transporte sem dúvidas, penso que ninguém imagina que São Paulo vai virar uma Xangai onde milhões de trabalhadores se deslocam de bicicletas, mais vai ter que conviver com novos ônibus, metrôs, trens, carros e as bicicletas. Penso que esse é um caminho sem volta e é uma vitória extraordinária do Prefeito Haddad e da população!

Espero um dia a população poder se descolar usando ônibus, trens, metrô e as bicicletas, onde esses tenham os espaços para que cada cidadão possa carregar sua bicicleta em seus deslocamentos, ajudando assim a diminuir o tempo que a população paulistana gasta em seu deslocamento para o trabalho. E ajudando a diminuir o número de carros pelas ruas da cidade.

No próximo ano vamos ter eleições para Prefeito em todas as cidades do nosso País, em São Paulo um tema irá tomar conta do debate antes dos temas  como creches, escolas, saúde etc…Haddad pautou o tema da mobilidade e esse será o grande debate em São Paulo no período da eleições. Quem venha 2016!

 

 

O povo Grego disse não aos banqueiros!

julho 6, 2015

A decisão do povo grego no dia de ontem foi uma resposta clara aos banqueiros, a soberania da Grécia estava em jogo. Vamos ler e ouvir vários analistas dando seus palpites durante essa semana, mais a verdade é que o povo não cedeu as chantagens dos banqueiros, que ameaçaram de todas as formas: com mentiras, ameaças e patrocínio aos conflitos.

Bornhausen quer ser candidato único em Itajaí

A cada dia o playboy de Florianópolis que quer ser Prefeito de Itajaí, coloca suas notinhas nos colunistas mensaleiros de Santa Catarina. Hoje quem fala do playboy é o Prisco Paraiso, afirma que ele já fechou aliança com o PSDB, PP, PSD. E que terá Deodato Casas de vice. Penso que é mais uma especulação do grupo que tenta organizar a campanha do forasteiro em Itajaí.

Justiça determina que Prefeito Jandir Belline demita 300 cargos de confiança

Quem assistiu a entrevista o Prefeito de Itajaí na Record deve ter achado que ele está mesmo cortando na carne, é mentira meus amigos. O corte dos cargos de confiança é uma determinação da Justiça e é fruto da coligação com 16 partidos que ele fez para se eleger. Como sabemos esses partidos indicaram quase 400 pessoas para ocuparem uma boquinha na Prefeitura. Aliás tem partido aí que já vai fazer 30 anos que tem cargos na Prefeitura da nossa cidade, entra Prefeito e sai prefeito e eles estão lá agarrados nos cargos….

Presidenta Dilma vence batalha na câmara sobre redução da maioridade penal

julho 1, 2015

reducaoO Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, na madrugada desta quarta-feira (1º), o texto da comissão especial para a PEC que reduziria a maioridade penal (PEC 171/93). Foram 303 votos a favor, quando o mínimo necessário eram 308. Foram 184 votos contra e 3 abstenções.

A rejeição à PEC é uma vitória pessoal da Presidenta Dilma Rousseff (PT) que há semanas vem se manifestando contrária a proposta e tentou, inclusive, negociar alternativas como alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para que os menores infratores tivessem medidas educativas mais longas.

A presidenta Dilma chegou a publicar um artigo em sua página no Facebook e em outras redes sociais combatendo a redução da maioridade penal. Segundo Dilma, “lugar de meninos e meninas é na escola. Chega de impunidade para aqueles que aliciam crianças e adolescentes para o crime.”

A União Nacional dos Estudantes (UNE) também fez mobilizações em todo o País contra a redução. A presidenta da UNE, Carina Vitral, acompanhou a votação na Câmara econcedeu entrevista ao portal da entidade: “Eu estou muito emocionada. Foi uma vitória espetacular, porque bate de frente com o que há de pior neste Congresso Nacional, que é a bancada da bala. Os conservadores saíram derrotados hoje e a juventude continua de pé”; declarou Carina.

A discussão, no entanto, ainda não se encerrou, avisou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB). Ele lembrou que o Plenário ainda tem de votar o texto original da proposta, que reduz a maioridade para 16 em todos os casos, ou outras emendas que tramitam em conjunto.

A proposta rejeitada reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, como estupro, latrocínio e homicídio qualificado (quando há agravantes). O adolescente dessa faixa etária também poderia ser condenado por crimes de lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte e roubo agravado (quando há uso de arma ou participação de dois ou mais criminosos, entre outras circunstâncias).

Com informações da Agência Câmara.